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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

14.Dez.18

Não desampararam

historiasabeirario
 Casais de Revelhos e Mouriscas, foram os destinos nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, esta tarde com a biblioteca ambulante. A escassez de leitores jovens arrebatados pelas escolas nas suas festas de Natal, neste último dia de aulas suscitou nos mais velhos que não desampararam a biblioteca, tema de conversa em torno da época festiva. O frio começou a ser o protagonista quando o sol se despediu definitivamente, uns metros adiante o talho disputava com a (...)
13.Dez.18

Leitores atraídos

historiasabeirario
 A chuva voltou nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, vem e vai sem avisar, aldeões correm resguardando os seus vultos na esplanada do café debaixo do toldo, na aldeia da Casa Branca. A água fria ganha velocidade empurrada pelo vento, após a passagem o sol tenta animar-se, devolvendo as pessoas às suas fainas. Trouxe até à biblioteca ambulante leitores, atraídos pelas histórias, pelos filmes e músicas que os acalorarão nos dias e noites de muito frio.
12.Dez.18

Biblioteca encantadora

historiasabeirario
 Outra tarde sonolenta nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, exceptuando o tráfego, sempre intenso na estrada nº 358 que passa na aldeia de Martinchel, até a maquete representando o nascimento de cristo, no largo do Rossio, local habitual da paragem da biblioteca ambulante aparentava entorpecimento. Nele os Reis Magos oferecendo, ouro, incenso e mirra, simbolismo espiritual do envangelho e da fé cristã, abriram muito os olhos com a chegada da rainha, a (...)
11.Dez.18

Provarem das letras

historiasabeirario
Na aldeia do Vale das Mós a biblioteca ambulante alongou a sua permanência, com o céu cerrado partiu, amanhã outras viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra virão. Os leitores envolveram-se nas histórias, algumas conquistaram a curiosidade e vantagens, para as levarem e provarem das letras que os alimentarão até ao início do novo ano.
11.Dez.18

Esta doce apatia

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Fui tolhido na preguiça da tarde na aldeia do Brunheirinho, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. As colunas de fumo das queimadas, os sons morosos dos animais, as vozes que se ouvem ao longe, como se partissem, a cor parda estabelecida, toda esta doce apatia transforma os aldeões. Um recolhe as ovelhas, na horta uma mulher colhe erva para alimentar os coelhos, noutra parcela um homem apanha couves, sem pressas, envolvidos neste entorpecimento. Só a (...)