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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

23.Jun.19

Passeio a pé pelo Beco da Amoreira

historiasabeirario
Antiga rua da Amoreira, modificada para Beco com o mesmo topónimo, na sua aparência inicial desembocava na travessa do Tem-te-bem, (referida no Tombo da Misericórdia de 1594) assim como faz a rua dos Condes de Abrantes um pouco mais acima. Eduardo Campos na Toponímia Abrantina, ed. 1989, com documentos do AHCA, escreve: em 29 de Novembro de 1834 a CMA pôs à venda a metade da Rua da amoreira ao forno para sima, que foi adquirida por Ana Angélica de Sousa, Florêncio, José (...)
21.Jun.19

As árvores são histórias

historiasabeirario
  Serpenteando a estrada, a biblioteca ambulante e o viajante das viagens e andanças a dirigi-la, não se cansa de engolir quilómetros de asfalto, na direcção da aldeia do Crucifixo e vila do Tramagal, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. No meu lado direito, mais em baixo, saltando a linha do caminho de ferro, o rio corre em liberdade depois de lhe ser concedida a passagem no açude que o trava quando o homem assim o entende. A aldeia alonga-se desde (...)
19.Jun.19

Eles não me querem ouvir

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  Com o rio e a ponte superados, rumamos, eu e a biblioteca ambulante, noutras viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, onde as aldeias da Concavada e Pego com as suas gentes nos aguardam, na expectativa de encontrarem histórias novas, que os possam ajudar a preencher o tempo desocupado. Alguns leitores mais exigentes, procuram histórias que existem há pouco tempo, outros são mais condescendentes, vão lendo histórias passadas, questionando por títulos e (...)
18.Jun.19

A esperança inundou-me

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  Pela manhã a chuva surpreendeu com a sua visita, a previsão meteorológica previa esta circunstância, mas não deixa de ser novidade no mês em que estamos mesmo a pisar o verão. Soube bem, voltar a cheirar a terra molhada, sentir os minúsculos pingos, como se fossem alfinetadas despertando-me, batendo insistentemente no meu rosto. Mais logo as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, terão outro ânimo com esta agradável frescura. Isto está tudo do (...)