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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

30.Jul.18

Partilhadas pelos aldeões

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Matriculas de vários estados europeus pregadas nos carros potentes e vistosos, estacionados junto às casas das aldeias, visitadas pela biblioteca ambulante, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. Ouvem-se estrangeirismos nas ruas nos cafés, tudo isto é banal nesta época do ano. São os emigrantes, os filhos deste território, retornam às suas aldeias, gozar as suas férias. Os lugares tornam-se mais alegres, cheios de pessoas, as crianças brincam livres e cheias de vontade. O pequeno comércio ganha alento, as romarias proliferam um pouco por todo o lado, juntando famílias separadas uma grande parte do ano. A biblioteca ambulante, também parte e volta a todos estes lugares, trazendo e levando as suas histórias, as que estão depositadas nas suas estantes, mas também as outras, as partilhadas pelos aldeões!

27.Jul.18

Espreitam

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Paredes caiadas de branco, telhados de argila, formas geométricas, chaminés esquecidas dos dias frios do inverno. Tudo isto na aldeia da Lampreia, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, onde a biblioteca ambulante com as suas histórias, espreita quem vem, quem vai, quem traz, quem leva!

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