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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Alguns não compareciam

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Um final de tarde inebriante na aldeia de Rio de Moinhos no retorno das viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. O inverno generoso trouxe visitantes, alguns não compareciam na  biblioteca ambulante há bastante tempo, no largo do templo os aldeões que por aqui passam trazem estampado nos rostos algum cansaço, porém sem lhes tirar o  brilho nos olhos, testemunhos da recente quadra festiva. Reuniram-se familiares e amigos, uns vindos de outros países propositadamente para o dia do nascimento, renovando alianças. A noite impõe a sua oportunidade, no relógio da torre da igreja soam as seis horas, dificilmente surgirá mais alguém.

Boas Festas

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Histórias a beira rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, deseja a todos os seus seguidores, leitores e todos os outros que por qualquer razão aqui espreitam, votos de BOAS FESTAS. Muitas leituras com grandes histórias e enxurradas de livros!

Terminar a leitura

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O ócio é meu companheiro nestes últimos dias, subjugado pelo canal Netflix, terminar a leitura de um livro e uns dias de repouso não permitem que as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra avançem. Sinto-me liberto de cogitar nas mesmas assíduamente, no entanto surgem momentos indeliberados de planeamento. Após o Natal a biblioteca ambulante rolará outra vez, as Histórias à beira rio, eventualmente despontarão.

Não desampararam

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Casais de Revelhos e Mouriscas, foram os destinos nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, esta tarde com a biblioteca ambulante. A escassez de leitores jovens arrebatados pelas escolas nas suas festas de Natal, neste último dia de aulas suscitou nos mais velhos que não desampararam a biblioteca, tema de conversa em torno da época festiva. O frio começou a ser o protagonista quando o sol se despediu definitivamente, uns metros adiante o talho disputava com a biblioteca quem mais clientes e leitores acolhia.

Leitores atraídos

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A chuva voltou nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, vem e vai sem avisar, aldeões correm resguardando os seus vultos na esplanada do café debaixo do toldo, na aldeia da Casa Branca. A água fria ganha velocidade empurrada pelo vento, após a passagem o sol tenta animar-se, devolvendo as pessoas às suas fainas. Trouxe até à biblioteca ambulante leitores, atraídos pelas histórias, pelos filmes e músicas que os acalorarão nos dias e noites de muito frio.

Biblioteca encantadora

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Outra tarde sonolenta nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, exceptuando o tráfego, sempre intenso na estrada nº 358 que passa na aldeia de Martinchel, até a maquete representando o nascimento de cristo, no largo do Rossio, local habitual da paragem da biblioteca ambulante aparentava entorpecimento. Nele os Reis Magos oferecendo, ouro, incenso e mirra, simbolismo espiritual do envangelho e da fé cristã, abriram muito os olhos com a chegada da rainha, a biblioteca encantadora, criadora de ilusão, com as suas histórias para presentear o menino. Feito, este simbólico da sua incumbência diante dos aldeões desta e outras aldeias nas suas viagens levando sonhos, afectos e responsabilidade.