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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

12.Mar.19

Rádio Comercial

historiasabeirario
Não posso deixar de apontar neste lugar - Histórias à beira rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra - os quarenta anos da Rádio Comercial (RC), terminei a adolescência ouvindo a música por ela transmitida, iniciando a idade adulta continuando a escutar. António Sérgio com a sua rúbrica Som da frente, foi o mentor para a minha colecção de música e canções, maioritariamente oriunda do Reino Unido ( não entendo e porquê um reino exportador de tantos (...)
30.Jan.19

São linhas de confiança

historiasabeirario
Lá em cima, perto das estrelas os traços deixados pelas máquinas voadoras  exibem as fantasias as leituras o conhecimento de se poder  chegar tão alto, transitar viajantes e bens com destinos a continentes, países e cidades. Cá em baixo nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, a biblioteca ambulante deixa peugadas de letras, palavras, frases. São rastos de línguas, pensamentos, mensagens. São saudades dos que partiram, dos que continuam a partir, (...)
22.Out.18

O prazer de virar as folhas

historiasabeirario
   As viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, continuam interrompidas tirando aos leitores da biblioteca ambulante o prazer de virar as folhas de um livro, interpretar o que está escrito. A assistência mecânica continua demorada, não se prevê o desfecho, a aldeia de hoje seria Atalaia, na União de Freguesias de Aldeia do Mato e Souto, no norte do território. No pequeno largo, junto ao mini-mercado, a expectativa irá dar lugar ao desânimo de quem tem (...)
12.Set.18

Monotonia da manhã

historiasabeirario
 As manhãs nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra neste final de verão estão sem acanhamento, na aldeia de Atalaia o termómetro aponta 32º às 11h. Os ramos das árvores e as suas folhas não têm movimento, aldeões, quase nenhuns, no silêncio do largo da aldeia só a biblioteca ambulante com as suas histórias e um automóvel ocasionalmente, quebram a monotonia da manhã!
02.Ago.18

Último suspiro da madrugada

historiasabeirario
Onze horas da manhã na aldeia da Atalaia, trinta e cinco graus no interior da biblioteca ambulante, de portas abertas ainda corre ar fresco. De certeza o último suspiro da madrugada, uma lagartixa percorre o muro, de um lado para o outro, a sua pequena cabeça não para sossegada, talvez um qualquer buraco a faça parar. O mini-mercado da Ilda tem freguesia e conversa para dar e vender. A biblioteca tem histórias para encantar.