A coesão territorial e as bibliotecas ambulantes
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As viagens, as das andanças com letras pelas aldeias da minha terra, e todas as outras das bibliotecas ambulantes que não se cansam de atravessar, aldeias e lugares, vencer continuamente quilómetros, são possivelmente o primeiro modelo de coesão territorial, na apresentação de um serviço. Neste caso, disponibilizar informação, desenvolver a leitura pública, abragendo os territórios mais afastados dos centros urbanos. Um reconhecimento por parte das autarquias, são extensões das bibliotecas fixas, instrumentos energéticos entre estas e as comunidades rurais que ajudam. Podem ganhar agora outra dinâmica através do Programa Nacional para a Coesão Territorial, conhecem os territórios que percorrem diariamente, as pessoas ganharam a sua confiança, unem redes mundiais pela troca virtual de dados e mensagens, juntam particulares a organizações culturais, de pesquisa. Têm todas as condições para promover a mecânica entre a oferta de serviços urbanos e rurais, dar possibilidades a outros que por qualquer motivo queiram regressar, pois sabem que as bibliotecas ambulantes, puxam outros serviços móveis, como as Lojas do Cidadão, e serviços no âmbito da saúde. Outros por cá também circulam , os vendedores ambulantes, com o pão, o peixe, a carne, a mercearia e o pronto a vestir. Nâo meditem nos números, considerem antes as pessoas, com estas novas oportunidades, atraindo ao mesmo tempo os que nunca cá vieram.