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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

A primeira vez que a vi ...

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[Fotografia: edição nº 11.821 do jornal Público ]

 

O texto de hoje indiscutivelmente menciona a morte daquela que foi a carismática rainha, Isabel II. Com ela terminou o séc XX, testemunha e cúmplice da história contemporânea, destaco a Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria, Criação do Estado de Israel, Guerra do Vietname, chegada do homem à Lua, a Queda do Muro de Berlim, Dissolução da União Soviética e Assinatura do Tratado de Maastricht, entre outros. A primeira vez que a vi, na televisão, uma figura a preto e branco, um acontecimento tecnológico trouxe a imagem colorida, foi assim cheia de cor, a sorrir que a gravei na memória a última vez, quando a vi novamente na televisão, empossando outra mulher,  Liz Truss, a nova primeira ministra britânica. Até ao fim, a responsabilidade do cargo esteve sempre primeiro que tudo, mesmo a privacidade. O mundo mudou, outro rei, a Biblioteca, cápsula do tempo, soberana a conservar a história, sustenta a informação,  oral,  escrita, acústica e visual. Onde princesas e príncipes mantêm dão a conhecer, levam aos locais mais incomuns toda esta reunião de conhecimentos.