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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Agradecidos pelas histórias

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 Hoje foi dia de trocar "sapatos" à biblioteca ambulante, tantas são as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, que as "solas" se desgastam na promoção da leitura. Um esforço bem vindo, quando rostos de crianças e adultos, entram na biblioteca agradecidos pelas histórias lidas e com vontade de levar outras. Quando entram e encontram alguém com quem dialogar, que lhes dá atenção, se interessa pelas suas terras, afastadas da sede de concelho. Outros, curiosos espreitam, espantam-se com uma carrinha cheia de livros, não é como as outras que transportam fruta, legumes, peixe, roupas e pão. É assim o quotidiano das viagens do piloto da biblblioteca ambulante. Duas décadas e poucos anos, na biblioteca onde tudo começou (Casa amarela), actualmente desde à cinco anos na estrada noutra biblioteca, esta com rodas, mas não inferior à outra. Mais arejada, muita luz natural, que alcança um vasto território rural, como permite comunicar "on-line" para todo o planeta, facultando conhecimento a novos, velhos, a toda uma população que não desiste, que se afirma presente contra tudo e todos.

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