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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Coalhos

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 O rio Tejo perdeu a sua energia, não tem animo, ao contrário, o Rossio ao Sul do Tejo, no seu eixo principal, o trânsito automóvel está impaciente. As viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, estão na aldeia de Coalhos, as suas terras planas, são oferecidas à rececepcão das águas do rio, quando este não as consegue suster no seu leito. Duas ribeiras atravessam este lugar, as suas águas continuam alegres entre os canaviais, para se esgotarem no grande caudal que divide o concelho no norte e sul. O equilíbrio entre árvores de grande porte, como os plátanos, que dão nome a um quinhão de terra, onde animais e aves de vários continentes são cartão de visita ao local, as nogueiras, o pinheiro manso, as hortas, dão um poder atractivo a quem observa na povoação, assim como no alto do outeiro, na outra margem, na parte do castelo. Uma pequena viagem a realizar logo pela manhã, numa tarde solarenga, com máquina fotográfica para durar o momento.