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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

10.Set.18

Comunicam palavras ocasionais

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 Amanheceu com frescor, as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, iniciaram-se um pouco mais terde, mas no seu horário habitual. A biblioteca ambulante encontra-se neste momento desempenhando a sua função na aldeia de Coalhos, o avanço matinal é notório, a circulação autotmóvel acentuou-se com o crescimento do trafego. As pessoas percorrem as ruas descontraídas, umas trazem sacos onde espreitam legumes viçosos, outras comunicam palavras ocasionais, no interior dos cafés bebe-se o primeiro café do dia, os jornais pulam de mesa em mesa, saciando a curiosidade de leitores, cuja leitura oblíqua os elabora para opiniões e certezas de diversos artigos jornalísticos. Daqui a pouco o sol perde a vegonha, atirando toda a sua energia cá para baixo, dando origem a outro dia de verão excessivo. Ao meu lado dois canídeos inquietos com a presença da biblioteca, permanecem atentos ao que as histórias poderão desafiar nos aldeões locais.