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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Desperta memórias...

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O quotidiano nas aldeias está a voltar à normalidade, isto é, se alguma vez houve anormalidade. Todos os dias, a começar no regresso da biblioteca ambulante às aldeias da minha terra, observo, a excepção são as máscaras a tapar o queixo dos aldeões que andam nas poucas ruas das suas terras. Embora haja outra aproximação e maneiras de agir como sempre houve, o exemplo de hoje na aldeia do Vale das Mós, onde a pequenada entrou e provou a leitura das histórias. Dedos com alguma dificuldade em folhear as páginas ainda enormes para as suas mãos. A biblioteca ambulante continua a ser o principio de futuros leitores, continuando o trabalho de outras no passado. O exemplo do José Diniz, patrono desta que conduzo, o seu nome enraizado, desperta memórias naqueles que iniciaram a leitura com a presença da Biblioteca Itinerante da Calouste Gulbenkien nas suas aldeias. Um deles foi José Luis Peixoto, hoje um escritor consagrado.