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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

09.Jan.19

Direcção dos seus itinerários

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O sentido está indicado nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, quando mais logo rumar à aldeia do Pego. Agora os raios solares abraçam carinhosamente a aldeia da Concavada, onde a biblioteca ambulante e as suas histórias teimosamente aguardam os leitores. As hortas que encasam pela aldeia têm os limoeiros fartos de fruta, o mesmo se passa com todos os outros no espaço percorrido pela biblioteca. Pessoalmente é um fruto que aprecio, pelo seu aroma, pela simples tisana que se opera através da infusão da casca, pelo refresco nos dias de calor e ainda no mergulho de uma rodela no meio aquoso de un gin-tónico, sendo o rebordo do copo lambido por uma casca de finíssimo recorte. Além disso, há as histórias, A folha do limoeiro, memórias; Limoeiros e laranjeiras, revelando as aprendizagens, educação pré-escolar;  Apontamentos da vida de João Brandão, por ele escritos nas prisões do Limoeiro envolvendo a história da Beira desde 1834, e As 170 curas pelo limão; Chá forte com limão; O sultão Solimão e o criado Maldonado; Não posso comer sem limão. Todo este conjunto de histórias a biblioteca traz e leva na direcção dos seus itinerários.