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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

É tempo de voltar a criar memórias

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Mais umas viagens pelo espaço de um papel em branco, não pelas aldeias da minha terra, onde a observação e a presença trariam um testemunho atual da existência daqueles que privam com a biblioteca ambulante. No papel, tendo como veículo de transporte a caneta, e o entusiasmo  por me atrever a viajar em algo inviolado, conduzindo a caneta, sem ter a certeza que palavras tomar para chegar a frases com sentido. Que orientem sem ter que parar repentinamente, riscando, ou mesmo borrando a cor branca do papel.  Acelerando quando a indecisão sucumbe perante a linguagem escorreita, transferida pela tinta da caneta. Empregando o compêndio, sinais de pontuação, enfim uma panóplia de rabiscos para continuar até ao destino. Objetivo esse que demora transpor a folha de papel para o presente, é tempo de voltar a criar memórias, de viver, para nunca nos aborrecermos de não deixar invioláveis as folhas em branco.

 

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