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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Leonardo da Vinci e nós

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Leonardo da Vinci, pintor, arquitecto, músico, engenheiro, matemático, anatomista, inventor, escritor, astrólogo, até construtor de cenários nalgumas cortes da altura, Milão foi uma entre muitas, aventureiro, continua a ser um homem do nosso tempo. Pelas obras de arte, disputadas por colecionadores e museus, mais recentemente na origem da destibilazação diplomática entre a Itália e França nas comemorações dos 500 anos da sua morte.  Analfabeto, apenas com vinte anos  chega a Florença, cidade do Renascimento e Humanismo.  Morreu em França em 1519 no dia 2 de Maio, rumores trouxeram até aos dias de hoje, que teria sucumbido nos braços do rei Francisco I. Nós, a biblioteca ambulante, as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, temos orgulho nesta data, pois há seis anos anos atrás, numa máquina, não daquelas que o relembrado Leonardo desenhou e experimentou, mas noutra com quatro rodas, voamos nas viagens e andanças pelas aldeias, assim como Leonardo arriscou voar, a levar e dar histórias,  provocando os resistentes ao alfabeto, estimulando a leitura, a conceder aprendizagem, conhecimento a todos aqueles distantes de onde tudo acontece. Leonardo foi um visionário, a biblioteca ambulante acredita que outros projectos são possíveis de realizar, menos difíceis até, há condições para tal, e no sexto ano a trilhar estradas e caminhos nas aldeias e lugares com algum sucesso, nada melhor que planear outras funcionalidades básicas. Para que o cidadão isolado além das histórias,  se possa servir daquilo que é do interesse de todos. Leonardo é perpetuado na história pela sua obra e contribuição no desenvolvimento de um mundo melhor, a biblioteca ambulante, noutra dimensão será eternizada, assim como outras o foram, pela divulgação da literatura, dos escritores, das ciências, das artes, em locais remotos, onde nem todos conhecem e não querem conhecer. As minhas contragulações a quem a frequenta, a observa e comenta, pela assíduidade de voltarem sempre, pela amizade. De uma maneira geral é uma conquista que estamos a realizar todos juntos pelo acesso e passagem da  informação nas vossas aldeias. A ti Leonardo não tenho palavras que cheguem pela tua genealidade numa época onde tudo ainda era quase princípio. Obrigado!

 

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