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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

 

 

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A luz viva desta tarde golpeia-me a vista, as clareiras no espaço infinito são enormes, mostram a cor azul, apesar do forte exército de nuvens não deixar de nos sobrevoar como se fossem dirigíveis, umas maiores que outras, mas todas no mesmo sentido empurradas pelo ar em movimento. Ainda me estou a habituar ao brilho, é uma novidade nestes últimos dias, a quantidade de calor é superior, as sombras das árvores são bem vindas, acolhendo a biblioteca ambulante e as suas histórias. As viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, estacionaram na aldeia da Chaminé, onde nada aconteceu, agora na aldeia de Água Travessa, já ocorre interação entre pessoas e livros. Perspectivo um resto de tarde onde diálogos entre aldeões e a minha pessoa irão acontecer, á medida que os livros nas prateleiras são remexidos, outros colocados, não no lugar onde estavam, mas noutro qualquer. Quando assim acontece é bom sinal, a biblioteca ambulante a promover leituras dando a conhecer narrações e pensamentos.