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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

15.Nov.18

Os olhos não se cansam

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A simpatia do S. Martinho tem bafejado as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, a biblioteca ambulante avista ainda na estrada a aldeia de Rio de Moinhos recebendo demasiadamente o fulgor do astro rei. Uma terra beijada pelo rio Tejo, apesar da ligação os riomoinhenses já foram mais íntimos do rio, até têm uma Rua da Barca que os leva quase a tocar na vila do Tramagal na outra margem. Abrindo o coração da aldeia, vai-se ao encontro de casas baixas e sedutoras, ruas, ruelas, becos e travessas estreitas que mais se assemelham a linhas, ladeadas por quintais, que galgam a rua de cima para a rua de baixo, ambas essenciais a quem entra e sai da aldeia.  As hortas limitam a aldeia com a ribeira cujas águas quando endiabradas submergem as margens,  onde outrora moinhos cujos rodízios de madeira empurrados pelas águas ligados às mós, esmagavam os grãos dos cereais. Os campos agrícolas reclinados sobre o rio, mais parecem uma esplanada da aldeia, no verão vestem-se de amarelo, a tremoçilha o girassol, o milho dão uma representação onde os os olhos não se cansam de assentar.