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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

14.Jan.19

Passeio a pé pela Travessa do Pisco

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Outra manhã, outro passeio, a Travessa do Pisco foi a privilegiada desta vez.  Esta pequena rua, entalada no casario das ruas do Pisco, D. Miguel d'Almeida, D. João IV e ainda pelo Largo do Almada, na Toponímia abrantina de Eduardo Campos; D.L. nº 602/82, refere-a como a antiga Rua das Estalagens ( assim vem mencionada esta rua na Planta de 1817). A edição de 1989 do mesmo título já não lhe atribui o primeiro topónimo, originando mais incertezas quanto ao seu ponto de partida. Poderá ter origem no nome de algum morador, o que era vulgar na altura. Mesmo assim é um local de passagem curioso, ganha uns metros de avanço a quem queira encurtar distâncias no acesso à rua D. João IV, vindo da Praça Raimundo Soares ou o mesmo no sentido contrário. É uma rua pedonal, tendo umas casas altas, com gente habitando mas mesmas, ao deambularem pela cidade, não deixem de percorrer esta viela de ligação no centro de Abrantes.