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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

27.Fev.20

São histórias a acontecer

historiasabeirario
  Está calor na aldeia dos Casais de Revelhos, onde a biblioteca ambulante permanece nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. Glu...Glu...Glu...é o som mais ouvido no espaço da antiga escola, proveniente de vários perus que por aqui deambulam, esgravatando a terra, ansiosos por encontrar alguma suculenta minhoca ou outro alimento que os faça regozijar. Leitores é coisa rara por aqui, habitualmente só há um apaixonado pela leitura, ainda não surgiu, mas (...)
06.Fev.20

Não conhecem a qualidade das outras histórias

historiasabeirario
  A tarde está como o viajante das viagens e andanças, sob a acção de algum anestésico, a energia não é muita, o corpo ainda recupera da moléstia que o atacou há dias atrás. O resto do dia, não tem vontade de prosseguir na sua rotação, não tem força, aparenta estar estagnado. Mas não será assim, as viagens e andanças com letras, continuam nas voltas sucessivas em torno do crescimento da leitura  pelas aldeias da minha terra. Casais de Revelhos é a aldeia que se segue (...)
16.Jan.20

Pode acontecer a qualquer momento

historiasabeirario
  Já chove na aldeia dos Casais de Revelhos, os leitores não surgem, as histórias não saem, assim transita a biblioteca ambulante nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. Mais um pouco, a partida para a aldeia de Sentieiras pode acontecer a qualquer momento, na estrada a noite cai repentinamente, a ter necessidade de ligar os faróis, com isso tornar mais visível as histórias perante os outros que circulam no sentido contrário. Na aldeia a chuva ganha (...)
16.Jan.20

A biblioteca ambulante é uma nuvem cheia

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  A biblioteca ambulante hoje nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, pairará nas asas do vento. As histórias soltarão as letras quando as folhas empurradas pelo sopro violento se abrirão, serão espalhadas palavras pelas aldeias dos Casais de Revelhos e Sentieiras. Transformam-se em e-books naturais, as histórias serão visualizadas através do ar em movimento, só não lê quem não quer. Da biblioteca ambulante, um cone de vento propaga as histórias, (...)
11.Dez.19

Consideraram através da escrita

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  Os braços do sol tocam nas minhas costas, mas o sopro do vento é demasiado frio para suavizar a permanência da biblioteca ambulante na aldeia dos Casais de Revelhos, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. Além do sol também as histórias acompanham o viajante das viagens e andanças, em mais um dia a espalhar as letras, as palavras, e as frases reunidas que promovem as histórias que outros consideraram através da escrita. Terminando, impressas no (...)
14.Out.19

As histórias não se cansam

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  Não me lembro do último dia em que a chuva conviveu nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, com as pessoas, com as histórias. Desde madrugada está presente neste território, intervaladamente cai, com violência, com tranquilidade, afasta-se, volta outra vez sem se cansar. Uma exígua esperança paira nas gentes das aldeias, os terrenos agrícolas voltam a ter água, mas não chega, para devolver o que a seca arrebatou, teriam de ser muitos os dias ou (...)
05.Set.19

Apetite por mais iguarias e histórias

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  O vento não traz nada de novo nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, o dia quente avança no seu ritmo habitual, na aldeia dos Casais de Revelhos desde o seu princípio ao sítio onde está desimpedida, a biblioteca ambulante não avistou vivalma. Na sombra de uma oliveira repleta de azeitonas ainda verdes, as histórias aprumadas nas prateleiras prestam a que as apertem, como fazem nos lagares às azeitonas. O seu óleo, as letras, temperam comidas, dão (...)
26.Jul.19

Duma mirada

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O verão foi ali e já volta, assim impõe a meteorologia nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. Tarde excelente para viajar na biblioteca ambulante pelas aldeias de Casais de Revelhos e Mouriscas a levar e dar histórias, não fosse o viajante das viagens e andanças no trajecto na Av. António Farinha Pereira (EN2), deparar outra vez com enormes árvores decepadas. Desta vez abatidas, foram as generosas pinheiras, nunca mais as suas sombras protegerão (...)