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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

06.Set.19

Esclarecer fantasias

historiasabeirario
  O horizonte das viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, foi interrompido pela Volta ao Futuro, prova de ciclismo que circula nas estradas do território onde permanentemente a biblioteca ambulante é uma afortunada pelas histórias que leva ás aldeias do roteiro das viagens e andanças. Num abrir e fechar de olhos retomou o rumo á aldeia da Concavada, aí encontrou o esmorecimento, a temperatura elevada retira os aldeões da rua, as histórias sem confiança (...)
19.Ago.19

Depois do fracasso o sucesso

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  As férias terminaram, o dia amanheceu envergonhado com aparência agradável, perfeito para as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. Mais logo matarei saudades das histórias, será que sentiram a ausência da companhia do viajante das viagens e andanças? Da condução da biblioteca ambulante, algumas vezes ziguezagueante consoante o esboço da via, do tropeçar involuntário menos bom do asfalto? Da marcha lenta ou acelarada que é obrigada para fazer (...)
29.Jul.19

Soluções para ultrapassar estas incertezas

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  Ouço o apito do comboio, indício que a chuva poderá surpreender neste dia de viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, onde sobressai a ausência do verão. Sendo a presença da biblioteca ambulante nas aldeias da Concavada e Pego  real, mais logo nos locais habituais, acreditando que os leitores aplicados gastem as histórias, mas nunca as suas mensagens. Vou ter a companhia do vento, murmurando devagarinho, gritando por momentos, de modo grosseiro aos (...)
19.Jun.19

Eles não me querem ouvir

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  Com o rio e a ponte superados, rumamos, eu e a biblioteca ambulante, noutras viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, onde as aldeias da Concavada e Pego com as suas gentes nos aguardam, na expectativa de encontrarem histórias novas, que os possam ajudar a preencher o tempo desocupado. Alguns leitores mais exigentes, procuram histórias que existem há pouco tempo, outros são mais condescendentes, vão lendo histórias passadas, questionando por títulos e (...)
28.Mai.19

Jardim das letras

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São os olhares perdidos, estampados nos rostos de homens sentados na esplanada do café do largo, que recebem a biblioteca ambulante na aldeia da Concavada. O calor desta tarde nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, deixa o viajante sem vontade de escrever, cada movimento com a mão segurando a caneta, elaborando o rascunho, o esforço do cérebro preguiçoso na procura das palavras certas, na transmissão da ordem de continuar a deslizar o aparo no que resta da (...)
16.Abr.19

Abdicarem das histórias

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  A planície está toda sapilcada de pontos amarelos e brancos, rasgando-a velozmente a biblioteca ambulante na estrada encaixada que a conduz na direcção da aldeia da Concavada, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. O sol brilha apesar de estar encoberto por uma débil camada de nuvens, na aldeia o chilreio das aves e o pertubador cantar de um galo fora de horas são companhia do viajante das viagens e andanças. Os potenciais leitores também andam (...)
08.Mar.19

Enchem folhas em branco

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  Oh! Zé! Ohhh! Zé! Chama a mulher atarracada de voz vibrante. - Anda cá ver a biblioteca! O outro nem para ela olhou, cabeça baixa, entrou no café, logo ali à esquina com a estrada nacional 118. - Boa tarde! Espreitou, arrancou com andar apressado, vi-a desaparecer depois de ter passado a igreja no largo. A possibilidade de uma leitora nova acabou de sumir? Ou não, amanhã, noutro dia qualquer, poderá ser uma futura frequentadora da biblioteca ambulante, na aldeia da Concavada, (...)
17.Jan.19

Notícia

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A revista Sábado desta semana, destaca mais uma reedicção da poesia de António Botto, poeta maldito  "real e imaginário". Nascido no concelho de Abrantes na aldeia da Concavada em 17 de Agosto de 1897, veio a falecer, vítima de atropelamento no Rio de Janeiro a 16 de Março de 1959. Seu pai trabalhava como marítimo nas fragatas do rio Tejo, ainda pequeno foi morar para Lisboa, jovem empregou-se numa livraria, tendo a partir daí conquistado a simpatia de alguns escritores já (...)