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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

04.Jan.20

Continua ainda com mais sabor e ardor

historiasabeirario
  Finalmente o sol está nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, os rostos sorridentes manifestados nas pessoas logo de manhã trouxeram motivação para outro dia cheio de histórias. No sentido contrário ao do rio Tejo, numa curta boleia da A23, a biblioteca ambulante sai rumando à aldeia da Concavada sem acontecer coisa nenhuma, estacionou na aldeia da Ribeira do Fernando. O José sentado numa mesa do café do qual é proprietário, ergueu-se subitamente (...)
12.Dez.19

Aguardam a chegada das histórias

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  Uma densa cortina de água ofusca o largo na aldeia  da Concavada, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. Parece desabitado, pior ainda, abandonado, as folhas que se soltam das árvores vagueiam empurradas pelo vento. Com o decorrer da duração da presença da biblioteca ambulante, o viajante das viagens e andanças, acostuma-se, a sua vista alcança umas luzes de cores verdes, encarnadas e amarelas piscando no interior do Café do Largo. Afinal há vida (...)
05.Nov.19

Por meio da leitura

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  O sol não para de jogar às escondidas, aparece lustroso dando ares de não querer perder o estio, de seguida não se consegue encontrar, relembrando afinal que a sua capacidade de libertar calor não se destaca nesta altura do ano. Na aldeia da Concavada, duas máquinas paradas, uma seguida da outra, maneiras diferentes de alcançar metas viajando. Errantes na acepção da palavra, desiguais nos destinos, estradistas por excelência, não se acanham aos desafios que se atravessam (...)
15.Out.19

Só os fracos desistem

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  A ausência não foi longa, as nuvens voltam a permanecer no ar, hoje mais escuras, mais unidas, transportam água, irão alegrar os campos, os leitos dos ribeiros voltarão a ser reconhecidos, a natureza a acontecer nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. O sol escondeu-se, a biblioteca ambulante volta a partir para outra viagem no rasto dos leitores estejam eles onde estiverem. Na aldeia da Concavada a escassez de leitores é proporcional à (...)
06.Set.19

Esclarecer fantasias

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  O horizonte das viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, foi interrompido pela Volta ao Futuro, prova de ciclismo que circula nas estradas do território onde permanentemente a biblioteca ambulante é uma afortunada pelas histórias que leva ás aldeias do roteiro das viagens e andanças. Num abrir e fechar de olhos retomou o rumo á aldeia da Concavada, aí encontrou o esmorecimento, a temperatura elevada retira os aldeões da rua, as histórias sem confiança (...)
19.Ago.19

Depois do fracasso o sucesso

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  As férias terminaram, o dia amanheceu envergonhado com aparência agradável, perfeito para as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. Mais logo matarei saudades das histórias, será que sentiram a ausência da companhia do viajante das viagens e andanças? Da condução da biblioteca ambulante, algumas vezes ziguezagueante consoante o esboço da via, do tropeçar involuntário menos bom do asfalto? Da marcha lenta ou acelarada que é obrigada para fazer (...)
29.Jul.19

Soluções para ultrapassar estas incertezas

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  Ouço o apito do comboio, indício que a chuva poderá surpreender neste dia de viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, onde sobressai a ausência do verão. Sendo a presença da biblioteca ambulante nas aldeias da Concavada e Pego  real, mais logo nos locais habituais, acreditando que os leitores aplicados gastem as histórias, mas nunca as suas mensagens. Vou ter a companhia do vento, murmurando devagarinho, gritando por momentos, de modo grosseiro aos (...)
19.Jun.19

Eles não me querem ouvir

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  Com o rio e a ponte superados, rumamos, eu e a biblioteca ambulante, noutras viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, onde as aldeias da Concavada e Pego com as suas gentes nos aguardam, na expectativa de encontrarem histórias novas, que os possam ajudar a preencher o tempo desocupado. Alguns leitores mais exigentes, procuram histórias que existem há pouco tempo, outros são mais condescendentes, vão lendo histórias passadas, questionando por títulos e (...)
28.Mai.19

Jardim das letras

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São os olhares perdidos, estampados nos rostos de homens sentados na esplanada do café do largo, que recebem a biblioteca ambulante na aldeia da Concavada. O calor desta tarde nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, deixa o viajante sem vontade de escrever, cada movimento com a mão segurando a caneta, elaborando o rascunho, o esforço do cérebro preguiçoso na procura das palavras certas, na transmissão da ordem de continuar a deslizar o aparo no que resta da (...)
16.Abr.19

Abdicarem das histórias

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  A planície está toda sapilcada de pontos amarelos e brancos, rasgando-a velozmente a biblioteca ambulante na estrada encaixada que a conduz na direcção da aldeia da Concavada, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. O sol brilha apesar de estar encoberto por uma débil camada de nuvens, na aldeia o chilreio das aves e o pertubador cantar de um galo fora de horas são companhia do viajante das viagens e andanças. Os potenciais leitores também andam (...)