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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paul Auster

10.Mai.21

O acanhamento da manhã...

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  O acanhamento da manhã não impediu a biblioteca ambulante de rumar às aldeias da Foz, Água Travessa e Chaminé. Debaixo de nuvens ameaçadoras, atravessando campos cultivados, nos quais pequenas plantas ganham altura motivadas pela água que cai. Peregrinos puxados pela fé  caminham para Fátima na berma na estrada. Foi num abrir e fechar de olhos que o viajante das viagens e andanças, concluiu o trajecto. Emoção, espanto, foi o sentimento de quem chegou e de quem estava, (...)
21.Set.20

Histórias narradas noutro tempo (revistas e corrigidas)

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  Início de semana, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, palmilhando a EN 2, na biblioteca ambulante com destino à aldeia da Foz. Via encaixada no centro de um longo vale espaçoso, ladeada por terrenos agrícolas e de algum montado. A ruralidade no seu explendor, com direito a informação, histórias e amizade! Foz, 23 de outubro de 2017.
13.Fev.20

Onde as histórias não tiveram medo de romper

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  É nos limites do território das viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, com vista para outra grande extensão, o concelho da Chamusca, que a biblioteca ambulante trouxe as histórias. Terras onde os animais selvagens não conhecem o homem, vagueiam nos montados sem se deixarem observar, ocultos pela extensa flora silvestre, terras onde os homens não conheceram a juventude. Terras onde as histórias não tiveram medo de romper, terras onde a biblioteca (...)
02.Jan.20

Tiveram destino na aldeia

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    Na cidade as pessoas caminham ao mesmo tempo que resmungam por causa do frio, de cachecóis abraçados ao pescoço, agasalhos compridos e luvas nas mãos, muito protegidas ainda querem mais. Na aldeia da Foz, a primeira dos anos vinte, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, a tarde não consegue travar a noite, no café as taças de vinho nunca estão vazias. As gargantas não estão saciadas das festas recentes, não há ressaca, os festejos continuam. (...)
11.Set.19

Sempre em mudança

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  Saio de casa, o termómetro do carro marca 14.5º, os dias transformam-se, as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra progridem. Na rádio os quatro magníficos do programa da manhã na Comercial causam sorrisos, risos e gargalhadas, entusiasmado o viajante das viagens e andanças na direcção da aldeia da Foz, colada ao concelho da Chamusca,  com as histórias na biblioteca ambulante. Ladeada por marmeleiros e figueiras, a rua principal no seu princípio (...)
25.Jun.19

Nunca deixaram de estar presentes

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      Ontem ao entardecer previa que o dia de hoje eclodia nebuloso, desanimado talvez, para outra manhã de viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, avesso a esta condição estão as histórias e o viajante das viagens e andanças. Na biblioteca ambulante ultimam-se detalhes antes de rumar à aldeia da Foz, uma viagem ao fim do mundo, não, um modo de escrever a longa distância do sítio para onde me dirijo, um pouco mais à frente o concelho da Chamusca. Tudo (...)
22.Abr.19

São outras histórias

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O sol ainda se espreguiçou ao amanhecer mas desanimou perante o véu que cobria o céu, a temperatura fresca à medida que a biblioteca ambulante avançava nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, tornou-se mais abafadiça obrigando o viajante a despir o blusão que apesar de não ter mangas já se tornava incomodativo. No campo em alguns locais, ultimam-se terrenos, plantando e semeando, são grandes áreas de cultivo carinhosamente preparadas por mãos (...)
13.Mar.19

Difícil a separação

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  O vento nesta manhã de viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, empurra-me para a aldeia da Foz, avisando-me que desejam a biblioteca ambulante na aldeia. A duração da viagem nem foi mais ou menos acelarada que as outras todas anteriores, esssencial é estar presente com as histórias na aldeia cujo limite territorial é a freguesia do Chouto no concelho da Chamusca. O brilho do sol espalha-se na planura da aldeia, as hortas manifestam a abundância das (...)