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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

17.Abr.19

A levar histórias

historiasabeirario
  Não há combustível, mas há água com fartura a correr com ímpeto das nuvens que abraçam as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. A biblioteca ambulante tem meio depósito de gasóleo para gastar a levar histórias ás aldeias. Os dias que se seguem irão dar tréguas ao consumo, derivado dos feriados que ai vêm. Na próxima semana a possibilidade da normalidade voltar é aceitável, o que restará,  será utilizado até os postos serem reabastecidos (...)
16.Abr.19

Abdicarem das histórias

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  A planície está toda sapilcada de pontos amarelos e brancos, rasgando-a velozmente a biblioteca ambulante na estrada encaixada que a conduz na direcção da aldeia da Concavada, nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. O sol brilha apesar de estar encoberto por uma débil camada de nuvens, na aldeia o chilreio das aves e o pertubador cantar de um galo fora de horas são companhia do viajante das viagens e andanças. Os potenciais leitores também andam (...)
16.Abr.19

A cidade...

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  A cidade volta a ser perpetuada no desenho, literatura, fotografia, vídeo, jornalismo e multimédia na 4ª Jornada dos Cadernos de viagem de Abrantes, ao mesmo tempo a biblioteca ambulante, diáriamente nas suas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, acelara umas vezes rápidamente, noutras lentamente, consoante o percurso das estradas do município no intento de levar histórias, lembrar que não estão esquecidos os que teimam em ficar. Aldeias com vistas para (...)
15.Abr.19

Ultrapassam desenfreados

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A curta distância do local de partida das viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, ao destino foi curta, mas o intenso tráfego torna o trajecto diferente. São carros que ultrapassam desenfreados a biblioteca ambulante, como se não houvesse mais tempo, os obstáculos, quero dizer rotundas que permitem escoar mais apressadamente o trânsito automóvel, e que muitas vezes o condicionam, os peões que atravessam as passadeiras e os que se atiram para cima das mesmas e (...)
12.Abr.19

Disponibilidade das palavras

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A primavera voltou nesta manhã de viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, lá em baixo o rio acena-me com saudades dos mergulhos de verão nas suas águas. As margens bastante visíveis são indicadoras da escassa precipitação ocorrida até agora. A biblioteca ambulante na aldeia da Bairrada, abriu as portas de par em par, para quem se aproximar vindo da horta, por curiosidade, entregar histórias, caminhando pelo campo, aproveitar a disponibilidade das palavras (...)
11.Abr.19

Tristes por não serem mexidas

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  Outro dia na estrada nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, na aldeia do Carril não há nada de novo, aqui os aldeões não se deixam observar. A biblioteca ambulante com as histórias, no local habitual espera e desespera por leitores(as), por alguém, por vozes. Só um cão, curioso por tantas histórias alinhadas em estantes, acomodadas em prateleiras, sentindo-se tristes por não serem mexidas, as do topo, quase a tocarem o tejadilho, inclinam-se para (...)
10.Abr.19

Perpetuar e ampliar

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        As viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, capturaram outra direcção com destino á aldeia do Vale de Horta, um itinerário quase todo ele percorrido na freguesia de Bemposta, no meio de charnecas invadidas por estevas engalanadas de flores brancas, ribeiras com água e sem ela, campos de perder a vista. A biblioteca ambulante não se cansa de levar e dar, não podemos deixar secar as histórias existentes, devemos perpetuar e ampliar com (...)
09.Abr.19

Divulgar a literatura

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Outro dia de levar e dar histórias nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, na aldeia do Vale de Açor a chuva vem e vai, tem sido assim a manhã toda. Os leitores vieram á biblioteca ambulante, restituiram histórias vistas e sentidas, no restringido espaço dão-se passos na direcção de um horizonte alargado. Oxalá outros continuem a vir, a retirar a levar a contar e divulgar a literatura e todos os suportes apoiados por ela.