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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

21.Mar.19

Vários sabores e emoções

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  Os uivos do vento marcaram a chegada da primavera, hoje com a mesma acomodada as viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra voltam à aldeia do Brunheirinho. Antes, no rio os patos desfrutavam das águas adormecidas, a distração foi tanta que permitiu ao viajante das viagens e andanças perdurar o momento. Na aldeia as hortas enchem o olho a quem por aqui passa, a terra quase preta, toda remexida,  os extensos regos paralelos uns aos outros atravessam a (...)
01.Mar.19

Motivação que baste

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Logo pela manhã a paisagem dos terrenos junto ao rio Tejo no Tainho é de despertar o interesse, neles longos sulcos perfeitos e rectilíneos esperam pelas sementes. Motivação que baste para o início das viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, seguindo outra alternativa pela nacional nº2 , rolando até ao Sardoal na biblioteca ambulante, passando ao redor da vila, avisto o Jardim das Cameleiras, onde uma grande parte de mim descansa eternamente sob flores (...)
08.Fev.19

Prósperos e confiantes

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Atravessando a ponte, ao contrário da preguiça das águas do rio Tejo, a feira de S. Matias ( apóstolo e mártir da igreja católica ) vai alcançando forma a instalação das infrestruturas que irão distrair e divertir os abrantinos. Feira concedida pelo rei D. Dinis, esta e outras feiras francas na altura foram o método de impulsionar o comércio interno. Ao longe e aproximando-se, caminhando a Beatriz traz as histórias já lidas, não gosta de romances com diálogos escassos, (...)
28.Jan.19

As histórias estão com fôlego

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A abertura do dia dava alento às viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, com o tempo a decorrer não será assim, nuvens ameaçadoras surgem no horizonte. Na biblioteca ambulante as histórias estão com fôlego para rumarem aos lares das pessoas da pequena aldeia de Coalhos. À pouco tempo atrás atravessando a ponte da margem norte para sul, por baixo o rio mais completo mostrava uma aparência calma, a louca corrida das suas águas vinda de Espanha, dá (...)
17.Jan.19

Notícia

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A revista Sábado desta semana, destaca mais uma reedicção da poesia de António Botto, poeta maldito  "real e imaginário". Nascido no concelho de Abrantes na aldeia da Concavada em 17 de Agosto de 1897, veio a falecer, vítima de atropelamento no Rio de Janeiro a 16 de Março de 1959. Seu pai trabalhava como marítimo nas fragatas do rio Tejo, ainda pequeno foi morar para Lisboa, jovem empregou-se numa livraria, tendo a partir daí conquistado a simpatia de alguns escritores já (...)
02.Dez.18

Continuam implicadas

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As manhãs  das histórias à beira rio continuam implicadas com as brumas, as personagens descontraidamente integradas no seu meio natural, vigilantes e acolhedoras para com quem se aproxima.