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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

09.Jul.19

O estado de leitura energizante

historiasabeirario
O sol na aldeia de Sentieiras mostra-se muito atrevido, a meio da manhã os seus braços abraçam fortemente o território das viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. Ao redor da aldeia  continuam as limpezas dos terrenos encostados ás habitações, o mato e árvores são dizimados por potentes moto-serras cegas de ira, têm momentos de total desprezo por plantas e árvores, referências de tanta gente, de gerações. O processo continua com outras máquinas de (...)
08.Mai.19

Completos de sustento

historiasabeirario
É impressionante, quase arremessa ao escandaloso como não posso aceder a rede móvel na biblioteca ambulante. Tenho dias em que é preciso muito ânimo para avançar, privado da ferramenta de trabalho, de escrever pensamentos e descrições das viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. São as pessoas remotas que me empurram, hoje por exemplo, improviso um rascunho numa folha de papel, não ingresso no módulo de empréstimos derivado á inépcia das (...)
26.Mar.19

À boleia do vento

historiasabeirario
    O sopro violento do vento traz estardalhaços, reflexos, palavras, histórias boas e más de acontecimentos. A impetuosidade revolta o cabelo de quem anda na rua, acorda quem tem o sono leve, faz voar a biblioteca ambulante nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra. O céu embaciado por uma débil camada de nuvens impede os raios solares de fulminar os aldeões na aldeia de Sentieiras. Nas charnecas, as plantas silvestres descaradas revelam as flores, a (...)
14.Fev.19

O detalhe em algumas páginas

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Na aldeia de Sentieiras, a manhã aproxima-se da metade do dia, a biblioteca ambulante e as histórias nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, gozaram com a presença dos leitores. Nas prateleiras mãos conhecidas e desconhecidas exploram lombadas, capas, contracapas, inesperadamente as histórias andam nas mãos, a curiosidade de saber quem escreveu, quem criticou. Com ajuda dos dedos as folhas andam de um lado para o outro, o detalhe em algumas páginas cria (...)