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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Também quero continuar a ter

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Na manhã cinzenta, o vento sem vergonha empurra os guardas-chuvas, destapando quem se abriga dos pingos acelarados pela tirania da tempestade. As viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, livram-se da estrada, dos quilómetros percorridos, ganham estímulo para outras viagens. São as mesmas, sempre distintas, assim como os panoramas se alteram, os cursos dos ribeiros voltam a ter sorrisos, a biblioteca ambulante recruta histórias novas para leitores sempre presentes, com vontade de conhecer novidades,  o surgimento de novas figuras não deixam de acontecer. Ao contrário de outros, leitores que se esconderam para sempre, quis o destino que assim fosse, ficam as saudades e memórias. De regresso á  janela do Convento de S. Domingos ou Casa Amarela, do abrigo das memórias da comunidade, já depois do meio-dia, vejo que a chuva se instalou definitivamente, nas aldeias certamente dão Graças a Deus por esta abundância. Voltam a ter confiança outra vez, também quero continuar a ter!

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