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Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Histórias à Beira Rio, viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra

"Afinal, a memória não é um acto de vontade. É uma coisa que acontece à revelia de nós próprios." Paulo Auster

Uma história à porta da casa da avó

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A tarde nas viagens e andanças com letras pelas aldeias da minha terra, tem o início na aldeia do Carvalhal, excepcionalmente para deixar uma história à porta da casa da avó da Sulamita.  A obrigatoriedade de ser lida, de objecto de estudo e análise na escola, devido à urgência de obtê-la, a biblioteca ambulante desviou o seu percursso no sentido das aldeias do itinerário de hoje. Confiando que a história não ficará muito mais tempo sózinha, aguardando que lhe peguem e se ponham a lê-la rapidadmente, as histórias continuaram galgando o asfalto até à Aldeia do Mato. O som da água que sai da bica que não se cansa de mergulhar no pequeno tanque, traz ao viajante das viagens e andanças serenidade. O chiar da roda de um carro empurrado por um homem, acaba com o marasmo instalado, olhando na direcção do barulho irritante, sobressai no pequeno carro as couves, a quantidade é tal que por pouco não se estatelam. Só a habilidade do homem que o conduz, permite o equilíbrio de tão preciosa carga, logo quando o sol se for embora, as folhas largas e verdes estarão a cozer numa panela, ao lume, na lareira. A sopa será a última refeição quente antes de se deitarem, recuperando forças e motivação para outro dia.

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